Projetos Corporativos

A carga de incapacidade por dor e/ou lesões musculoesqueléticas (distúrbios músculo-esqueléticos, DME) decorrentes de causas relacionadas ao trabalho é uma realidade que, a medida do tempo, tenta-se minimizar.

Nunca se falou tanto em qualidade de vida e saúde como nos últimos tempos. O que antes era apenas motivo de preocupação ou modismo, hoje se tornou uma necessidade.

Atualmente o ser humano é submetido a uma quantidade muito grande de pressões e responsabilidades. Isso é apenas uma das consequências desse tempo de novas tecnologias e economia globalizada. A evolução permitiu o desenvolvimento, gerando em nosso cotidiano mais conforto e comodidades. A tecnologia facilita o dia-a-dia, mas também nos prende a afazeres que roubam o nosso tempo, diminuindo ou eliminando o lazer e a atividade física. O sedentarismo age como fator de risco para o surgimento de doenças e consequentemente tem feito com que, de forma progressiva, as pessoas solicitem auxílio médico e de diversas terapias para amenizarem dores musculares e para o tratamento de patologias doenças mais graves. Paralelamente a este processo, as instituições estão iniciando o reconhecimento da importância do investimento no capital humano, preocupação esta, fundamentada em uma visão humanista de gestão de pessoas, focada na diminuição das sérias consequências geradas pelas mudanças no trabalho e do aumento dos fatores de risco, tanto para os colaboradores como para as organizações. A adoção de hábitos mais saudáveis traz consequências nas diversas dimensões da saúde e não apenas na saúde física. Investimentos em prevenção e promoção de saúde no ambiente de trabalho têm resultados diretos na satisfação do colaborador e no seu bem estar, além dos benefícios em relação à minimização de dores e prevenção de doenças ocupacionais. As medidas hoje utilizadas (alongamentos, ajustes ergonômicos, biofeedback EMG, gerencimanto de estresse) apresentam  de poucos a moderados resultados1.  No entanto, temos forte evidência para uma categoria de intervenção, o treinamento resistido (musculação), levando à recomendação: “Implementar um programa de exercícios de treinamento resistido no local de trabalho pode ajudar a prevenir dores e sintomas.”1,4.

Nosso programa6   desenvolvido no Hospital da Clínicas da FMUSP e utilizado no “PROGRAMA BEM-ESTAR” do hospital Alemão Oswaldo Cruz para “cuidar” da saúde de seus colaboradores , para seus pacientes, oferecemos o programa ESTÍMULO (Campo Belo) através de prescrição individualizada e supervisiodada de exercícios e, hoje,  também implantando no Centro de treinamento5  em Osasco. Estamos trazendo uma metodologia totalmente embasada em evidência científica, onde a preocupação com a prescrição, supervisão e adequação constantes dos treinos de acordo com a condição física atual do indivíduo são nossos maiores diferenciais.

Tendo em vista os prejuizos a saúde resultantes de “programas e metódos” que não se preocupam com a segurança de quem treina2,3, e,  sabendo da preocupação de gestores e empresários sobre a “indicação” de locais para a prática de exercícios, gostaríamos de apresentar nossa equipe DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA PÓS-GRADUADOS EM ASSUNTOS QUE ENVOLVAM A SAÚDE, DOENÇA E BEM ESTAR.

Acreditamos que possamos, juntos, oferecer aos colaboradores, uma parceria justa e honesta mostrando, ainda, preocupação com a saúde e qualidade de vida, criando assim um  diferencial que realmente saí do universo da informação teórica, passando para a PRÁTICA.

OBJETIVOS: 

– Ser um diferencial dos programas de qualidade de vida já existentes;
– Diminuir a número procura de consultas médicas;
– Diminuir o absenteísmo;
– Diminuir dores causadas por doenças osteomioarticulares;
– Diminuir o tempo de afastamento médico por doenças ostemioarticulares;
– Diminuir os níveis de ansiedade e estresse;
– Oferecer programa seguro para doenças cardiovasculares;
– Fidelizar ainda mais o colaborador;
– Oferecer equipe de profissionais disponíveis para esclarecimentos diários, aos médicos da empresa, sobre o programa aplicado para cada caso;
– Oferecer um protocolo abrangente, onde melhore a Qualidade de vida total do colaborador (Diminuir a obesidade, os riscos de intercorrências cardíacas, as doenças crônicas não transmissíveis, Depressão, ansiedade e neoplasias);
– Evitar afastamentos médicos com prática segura e eficiente de exercícios;
– Oferecer programas embasados em ciência;
– Ser uma continuidade dos programas de Qualidade de Vida já oferecidos;
– Criar protocolos adaptados para cada caso;
– Propiciar momentos de recreação;
– Propiciar momentos de lazer;
– Socializar;
– Melhorar a saúde Geral do colaborador.                     

BIBLIOGRAFIA:

1 – D Van Eerd at all; Effectiveness of workplace interventions in the prevention of upper extremity musculoskeletal disorders and symptoms: an update of the evidence – Occup Environ Med. 2016 Jan;73(1):62-70.

2 – Aune KT, Powers JM; Injuries in an Extreme Conditioning Program – Sports Health. 2016 Oct 19..

3 – Knapik JJ; Extreme Conditioning Programs: Potential Benefits and Potential Risks – SpecOper Med. 2015 Fall;15(3):108-13

4 –ANDERSEN LLPERSSON RJAKOBSEN MDSUNDSTRUP E.: PSYCHOSOCIAL EFFECTS OF WORKPLACE PHYSICAL EXERCISE AMONG WORKERS WITH CHRONIC PAIN: RANDOMIZED CONTROLLED TRIAL – MEDICINE (BALTIMORE). 2017 JAN;96(1):E5709. DOI: 10.1097/MD.0000000000005709

5- WWW.SELFGYM.COM.BR

6- www.gafeventos.com.br