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Dicas de Nutrição

 O CT SELF Gym focando sempre no CUIDAR, criou juntamente com nossa nutricionista  Regina Betoni CRN 31205 este espaço com dicas sobre nutrição: 

REEDUCAÇÃO ALIMENTAR: 

- Comer devagar e mastigar bem os alimentos. 

- Fazer 5 a  6 refeições/ dia. Respeitando os horários. Não pule refeições. 

- Combine os alimentos, procurando não misturar dois tipos de carboidratos na mesma refeição. 

- Começar as refeições preferencialmente com saladas cruas ou frutas. 

- Preferir os óleos vegetais, pois não contém colesterol. 

- Dar preferência as carnes brancas e magras, evitando a pele de frango e peixe. 

- Usar queijos magros (ricota, minas, cotage, requeijão light), leite e iogurtes desnatados. 

- Evitar: banha, toucinho, bacon, manteiga, nata, creme-de-leite, embutidos em geral (estes contém além de gordura, muito sal). 

- Substituir os doces e sobremesas por frutas. 

- Consumo de fibras, ingerindo frutas e verduras cruas, cereais integrais (pão de centeio, arroz integral, aveia, farelos de trigo e aveia). 

- Aumentar a ingestão de líquidos e sucos naturais  (como laranja, acerola, abacaxi, caju, limão, mexerica, morango, pois essa vitamina aumenta a absorção do ferro), água e chás. 

- Oleaginosas : 20 g por dia: 1 punhado  (1 nozes, 1 castanha-pará,2 avelã, 2 pistache, outras sementes). 

- Na última refeição do dia dê preferência à alimentos mais leves. 

- Evite o excesso de sal e principalmente o saleiro de mesa. 

- Reduzir o consumo de mostarda, catchup, maionese, molho de soja, molhos prontos. 

- Leia os rótulos dos alimentos. 

- Evite bebidas alcoólicas e refrigerantes. 

- Manter atividade física regular. 

Dica sobre artigos 01

Hoje falaremos sobre fazer exercícios sozinho ou supervisionado. Supervisionados por que nem sempre precisam ser “personalizados ou individualizados”, tendo em vista que esta última opção é mais cara. 

Em publicação relativamente recente (2016) o EUROPEAN JOURNAL OF PREVENTIVE CARDIOLOGY da European Society of Cardiology, Manuel Monreal e colaboradores, discute exatamente este tema. A prescrição de exercícios foi feita para 1.124 pacientes que tiverem infarto recente. 593 pacientes participaram de um programa de treinamento supervisionado e 531 de um programa não supervisionado. 15 meses depois, foi comprovado que o grupo que foi supervisionado apresentou 1,80% de  intercorrências contra 6.50% em um ano e,  o número de pacientes que entraram em óbito foi 0,15%  para o grupo supervisionado e de 2,89%  no grupo não supervisionado no ano, todos resultados com diferenças significantes.

O Artigo conclui que, o uso de treinamento físico supervisionado (aqui volto a repetir que não precisa ser um treinamento personalizado ou individualizado) em pacientes com IAM recente foi associado a uma diminuição no resultado composto de eventos isquêmicos subsequentes e morte.

O artigo apresenta alguns pontos negativos, não descreve o que foi realizado com exercícios, só nos informa que foram prescritos aeróbios e treinamento de força (indicação clássica na reabilitação cardíaca) e ainda não nos apresenta quantos pacientes um professor supervisionou. No entanto, o número de indivíduos foi interessante e, o mais importante, consegue mostrar a importância da supervisão contínua dos treinamentos para obtermos mais resultados.

Então, fica aqui a “dica” procure Centros de treinamentos onde a supervisão efetivamente exista e que venha de encontro com seus objetivos. Caso seja portador de alguma doença, é muito importante que os professores sejam conhecedores do assunto e que estejam alinhados com as prescrições sugeridas pela ciência. Lembre-se que exercícios tem uma gama de possibilidades infinita, deste “monte” de opções, o que realmente é importante para você!

Ainda vivemos a ideia que quanto mais exercícios, melhor. Será? Trarei , na próxima semana esta discussão à tona. Até lá!